Glicação: um pulo para uma velhice sem saúde

Dietas ricas em carboidratos (principalmente carboidratos refinados) aceleram um processo conhecido como Glicação.

Na Glicação, as moléculas de açúcares e de proteínas ficam deformadas, fazendo com que os “produtos finais” do processo sejam apenas os radicais livres exógenos (produzidos, principalmente, através do consumo de açucares) e/ou endógenos (produzidos, principalmente, através do consumo de alimentos fritos e tostados). Essas duas formas de radicais livres aceleram o envelhecimento e prejudicam os tecidos do corpo (pele, olhos, cérebro e coração). Além disso, a longo prazo, causam doenças cardíacas, arterosclerose e Alzheimer.

O modo de preparo dos alimentos faz toda a diferença na sua saúde. Quando fritamos, tostamos ou douramos (em altas temperaturas), estamos “fabricando” AGEs (radicais livres que são produtos finais da glicação avançada).

A suplementação nutricional é necessária para amenizar e, até mesmo, neutralizar os efeitos da formação de AGEs. Pesquisas atuais citam como suplementos, que agem como agentes antiglicação, o alfalipóico, a benfotiamina e a carnosina, a coenzima Q-10, o resveratrol, a piridoxamina, o pycnogenol, a glutationa, entre outros.

Outra boa notícia é que existem mecanismos antienvelhecimento para esses casos, como chás e alimentos protetores, mas o principal tratamento continua sendo a troca alimentar e a retirada de alguns alimentos.

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