Medicina funcional: você sabe o que é?

A medicina funcional foi desenvolvida no início dos anos 90. Ao contrário do que medicina tradicional propõe, os sintomas não deveriam ser avaliados isoladamente para diagnosticar e tratar os doentes, mas deveriam ser investigados mais a fundo. E é aí que nasce a medicina funcional.

Na medicina funcional, o paciente é visto de forma mais abrangente e o médico não se limita a examinar apenas os sintomas, mas sim todo o organismo em busca de pistas sobre quais são as causas de determinada doença. Ao fazer o diagnóstico, o médico também leva em consideração as interações entre o doente, o ambiente que ele está inserido e os processos biológicos que controlam todos os seus sistemas (como o gastrointestinal, o imunológico e o endócrino). Além de ouvir todo o histórico do paciente.

A proposta da medicina funcional é analisar cada paciente como específico e sempre ter em mente que “cada caso é um caso”. Um sintoma pode ser comum a dois pacientes, mas a sua causa nem sempre é a mesma. Por exemplo: dois pacientes que sofrem de fadiga. Um pode estar se sentindo cansado por problemas nas glândulas suprarrenais, já o outro está assim por conta de uma doença autoimune.

Depois de todo o diagnóstico e procedimento, o objetivo do médico funcional é continuar o tratamento para ajudar o paciente a ter mudanças em seu estilo de vida, eliminando os fatores que afetam sua saúde e fazendo com o que o problema não volte a ocorrer.

Se você acha que faz mais sentido o médico ouvir e tratar a raiz do problema de saúde em vez de apenas os sintomas, então você achou o seu método de medicina!

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